Desde 2010 que não se via um reforço de 2,2% do financiamento público nos serviços prestados pelas instituições particulares sem fins lucrativos — creches, centros de atividades de tempos livres, lares de infância e juventude, lares residenciais para pessoas com deficiência, lares de idosos, centro de convívio, centros de dia, centros de noite, por exemplo. ( )

( fonte: publico.pt )